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Mostrando postagens com o rótulo Atividades educação Infantil e fundamental.

O Livro Sem Palavras - Por Débora Homem

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Você já ouviu falar do Livro sem palavras? Venha comigo descobrir esse livro maravilhoso!!!!! Ele é composto de cinco cores, cada uma com um significado importante. Durante o vídeo vou explicar como confeccionar o seu próprio livro. Até a próxima pessoal!

Matemática

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Seguem algumas atividades de matemática para os alunos do 3º ano do ensino fundamental, para realizarem em um período de uma semana. As atividades devem ser feitas no caderno do aluno, contando com a colaboração da família na realização das mesmas.  1º DIA:Responda em seu caderno, as seguintes questões: 2º DIA: Realize o cálculo mental das seguintes operações.  3º DIA: Complete em seu caderno a sequência numérica : 4º DIA: Responda em seu caderno: 5º DIA: Realize em seu caderno as seguintes subtrações: DICAS!!! Assista com sua família alguns vídeos sobre a matemática.  Turma da Mônica:  https://youtu.be/gPM1kkRS8zc O Homem que Calculava:  https://youtu.be/SeRFfS5J52Y Cotidiano Escolar e a Matemática:   https://youtu.be/DTcYuFWewrg

Os Entusiasmos do Evaristo - António Torrado

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O meu amigo Evaristo é um entusiasta. No outro dia, íamos nós a passar por perto de uma feira dessas de alto-falantes, tirinhos e carrosséis de cavalinhos – é mais uma corrida! é mais uma viagem! – quando ele me travou por um braço e perguntou, de olhos a brilhar de entusiasmo: – Já te contei do meu projeto do carrossel gigante? Desse não me lembrava. O Evaristo tem sempre tantos projetos no ar… – Estou na fase dos cálculos e dos desenhos, mas não tarda que passe à prática. Vai ser um carrossel fantástico. – Imagino – disse-lhe eu, só para dizer qualquer coisa. – Tu conheces aqueles carrosséis maiores, que dão uma volta em oito? – perguntou-me o Evaristo. Respondi-lhe que tinha uma ideia. Faz tantos anos que não ando de carrossel… – Pois o meu carrossel vai ser qualquer do gênero . Oito vezes oito… – Sessenta e quatro – respondi-lhe, como se estivesse na escola. – Mais, muito mais! Oito vezes oito, vezes oito, vezes oito… – Tantas conta...

Tenho medo mas dou um jeito - Ruth Rocha, Dora Lorch

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Sou Feita de Retalhos - Cora Coralina

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Sou feita de retalhos. Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma. Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou. Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior… Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade… Que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa. E penso que é assim mesmo que a vida se faz: de pedaços de outras gentes que vão se tornando parte da gente também. E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados… Haverá sempre um retalho novo para adicionar à alma. Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias. E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de “nós”.

Quase - Sarah Westphal

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Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio ...

A História da Matemática com a Turma da Mônica

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Vamos aprender um pouco mais sobre a matemática,  com a Turma mais amada do Brasil!!! https://youtu.be/gPM1kkRS8zc
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António Torrado (A Parede com Ouvidos) (Da Seleção de Contos Infantis) Era uma vez uma parede que tinha ouvidos. Nada de estranhar. Há gente que se pela por contar segredos, próprios ou alheios, sem ligar ao aviso dos mais prudentes: “Cuidado que as paredes têm ouvidos”. Alguma vez acabaria por ser verdade. Esta tinha ouvidos e até olhos, calculem. Só lhe faltava a boca e, já agora, o nariz. Espessa e toda fechada, sem portas nem janelas, acumulava o que via e ouvia no cerrado dela mesma, no mais dentro das pedras e do cimento de que era feita. – É uma parede fixe – diziam as pessoas, espalmando as mãos na parede que, já se vê, não dava de si. Até que um dia, houve uma festa na aldeia, festa a valer, com foguetório, música na praça, artistas vindos de fora e bailarico até altas horas. Um dos alto-falantes da instalação sonora foi aplicado à parede que tinha ouvidos. A meio da musicata, ouviu-se uma voz dizer em segredo, mas de mod...

Segredo de Cientista - Stella Carr

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Lino vinha todo dia espiar pra ver se crescia de novo o rabo do bicho que ele tinha prendido na porta, sem querer.  Então descobriu: lagartixa bota ovo! Encontrou no racho do muro, onde o animalzinho fora se esconder fugindo dele, os ovos moles e esbranquiçados. Pegou, curioso, um pouco enojado.  Depois esmagou um a um contra a parede pra ver o que tinha dentro. Daí começou a reparar nos bichos pequenos. Desenterrava minhocas. Prendia moscas no copo e ficava olhando. – Não põe porcaria no copo onde se bebe – a mãe bronqueava. Então descobriu as formigas. Com um pau, cutucava o formigueiro. Um dia entrou em casa gritando, os insetinhos subindo pelas pernas. A avó botou um ungüento (remédio de gente velha, que ela guardava em potes na gaveta da mesa de cabeceira). Então Lino aprendeu a abrir o formigueiro com cuidado, sem pisar em cima. Tirava os ovos brancos de dentro, olhava, examinava. – É curiosidade científica dele! – o pai dizia. E deu-lh...